quarta-feira, 4 de março de 2009

Coisas que descobri essa semana




1 - Todos aqueles que dizem que tirar o dente do siso não dói, MENTEM, deslavadamente, descaradamente, sem o menor pudor ou remorso;

2 – A anestesia é sofrível...eu sei eu sei, ela foi inventada para ajudar, ameniza a dor, evitar que soframos vagarosamente até nos esvairmos em dor e suor no leito de morte...sim sim...mas a sensação de tocar seu queixo e não sentir é esdrúxula, o queixo está lá, o dedo está lá, o toque está lá, eu posso ver (eu de fato pedi ao dentista para olhar no espelho), mas você simplesmente não sente, aquele queixo parece pertencer a outro alguém que por instantes abduziu seu corpo. ESTRANHO

3 – Se você não sente a língua não consegue engolir!!!! Isso é um absurdo e demonstra como somos burros e limitados. Só a percepção foi afetada pela anestesia, não o movimento. Por que então a horrível sensação de que não vai conseguir engolir nunca mais?

4 – Ninguém morre por não engolir. Já imaginou a cena, no velório? Visitante vai até a viúva e diz: - morreu de que? A viúva triste responde: - de uma hora para a outra parou de engolir. Não isso não é possível, não é viável e muito menos provável, mas ainda assim a ideia rondou minha imaginação nas 2 horas de retirada do siso.

5 – Essas pessoas que fazem dietas líquidas para emagrecer têm, sem sombra de dúvida, algum desvio mental grave, provavelmente causado pela ausência de mastigação. Eu sei que sou dramática, leonina com ascendente em leão, mas é humanamente impossível viver mais de dois dias sem mastigar. Por algum motivo fisiológico estranho, que algum cientista já deve ter estudado, o corpo não compreende que você precisa comer mais, logo se fica saciado, e mais rápido ainda volta a sentir fome. É um ciclo sem fim, até que você encara aquela papa colorida, ela olha pra você, já não se sabe se é mandioquinha, beterraba, batata ou cenoura, uma vez passadas no liquidificador, é tudo a mesma coisa.


6 – cefalexina fede. Este é o único remédio no mundo (mundo leia-se a meia dúzia de remédios que eu conheço) que consegue feder dentro da cápsula. INACREDITÁVEL.

7 – Somente médicos poderiam ter inventado que remédio deve ser tomado de 8 em 8 horas, porque esses cretinos não dormem nunca e estão acostumados com isso. Agora o pobre paciente que tem hábitos de sono normais nunca vai se adaptar a acordar no meio da madrugada para tomar remédio.

8 – TPM e Cefalexina não podem conviver juntas. Por alguma razão estranha ao meu conhecimento a cefalexina tirou absolutamente meu paladar e a TPM aumenta significativamente minha vontade incontrolável de comer. Pareço um cachorro correndo atrás do rabo. (Talvez este seja o motivo deste post tão raivoso)

9 – Não é legal fazer academia com pontos dentro da boca. Eles latejam, doem e sangram. (Não posso nem dizer que não fui avisada, foi pura teimosia, mas a síndrome de gorda me atacou)

10 – Pessoas magras nunca saberão o prazer de comer sem culpa. Elas têm esse privilégio, podem comer tudo o que quiserem, mas nunca vão saber aproveitar. É como pessoas que nasceram com o cabelo liso, como eu, nós nunca teremos idéia de quão prazeroso de fato é não ter que arrumar o cabelo, caiu na normalidade.

11 – Não leia as entrelinhas. Depois que você começa a fazer isso a vida se torna insuportável. Você pode até ficar mais espertinho, mas vai ficar paranóico.

12 – A maioria das pessoas mentem por conveniência.

13 – A igreja católica não se cansou de falar asneira.

14 – Fernando Collor de Melo não morreu

15 – Brasileiro não sabe votar bem nem no Big Brother, quem dirá em eleições presidenciais.

16 – Bolo de casamento é feito de ISOPOR! Achei isso uma enganação, uma falsidade, um ultraje.

17 - Os combustíveis fósseis - carvão, petróleo e gás natural - representam atualmente mais de 85% de toda a energia consumida nos Estados Unidos. Cerca de dois terços do total de eletricidade do país e praticamente todos os combustíveis utilizados para transportes são fósseis. Este tipo de energia ainda é responsável por três quartos da energia consumida no mundo. Bastante né?

18 – A última que acabei de receber (18:34 quarta-feira). Carmen Minranda precisa de um gancho. Aparentemente o centenário da mulher não é suficiente.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sampa


Foram tantos os que te cantaram amor ou ódio, milhares os que te amam, incontáveis os que te odeiam, muitos até se dividem e caminham na corda bamba desta tênue linha.
Eu arrisco nestas linhas um ensaio.
Nossa relação comemora anos, 6 já se passaram, do começo, daquele fitar despretensioso, quando encantada admirava suas formas, seus apelos, seus encantos. De longe te admirei, te quis como minha mais nova conquista, te desejei, e com ímpeto de Leão (daqueles de agosto e daqueles de sangue) decidi que seria meu troféu.
Logo, a dura realidade da relação se fez ouvir, como ruído constante que em nenhum momento me deixava. Os “R” ainda se enrolavam na língua antes de sair acanhados da boca caipira.
Você, prepotente, não se deixou conquistar, me tirou a identidade, de repente não era mais ninguém, nada me pertencia, me tornei um qualquer que perdido procurava seu lugar, sem nem saber que lugar era esse.
Não podia voltar, o antes já não me pertencia, nem eu pertencia a ele, mas você não me abriu os braços facilmente, não se compadeceu da minha agonia.
Logo a paixão se fez rancor, a admiração, desprezo, e o novo, se fez temor. Em suas entranhas me perdi, quantas lágrimas derramei querendo apenas um pouco de sua atenção, compreensão, paciência. Mas você, apressada, ocupada, atarefada, não me deu ouvidos.
O nome e sobrenome você transformou em número, mais um.
Pensei em te deixar, ah, como pensei em te deixar, te dar as costas como você havia feito comigo. Voltar.
Mas um Leão tem seu orgulho e seu brio. Ergui a cabeça e enfrentei você, já não sabia pelo que lutava, já não sabia se valia a pena esta luta, mas segui.
A relação se solidificou, nossa linguagem se assemelhou, o “R” já não é mais problema.
Hoje sou Leão novamente, sou nome e sobre nome, sou alguém. “Não tenho medo de saber quem não sou, nem de parecer que eu sou”. Você finalmente me deu o reconhecimento que eu tanto procurava. Voltamos a nos olhar, nos fitamos durante alguns momentos, a reconciliação aconteceu e foi doce.
Hoje, o nome impresso é o presente desta comemoração. Foram necessários 6 anos para que eu deixasse e voltasse a ser Natália Leão Garcia, com muito mais coisas na bagagem do que aquelas peças de roupas e pedaços de sonhos que encheram as malas em 2003. Meu nome está gravado nas suas Ruas, Avenidas e na Sua história.
"Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso"

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Recado nas páginas do MSN




As páginas do msn estão repletas de frases escritas pelos internautas distantes, que tentam de alguma maneira se diferenciar, se rotular, mostrar algo de si, algo que o faça outro, perante tantos bonequinhos verdes.

Hoje entre “Da-lhe porco” e “Marta, eu sei porque o Kassab não casou” estava Martin Luther King. Não esperava encontra-lo ali, em uma página de relacionamentos, mas lá estava, talvez para me instigar, me resgatar, ou me tentar. “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética.O que mais preocupa é o silêncio dos bons”. Martin Luther King

No burburinho constante da redação pensei em porque nos declaramos tão impotentes. Seria essa impotência uma condição, ou uma escolha?

Acho que realmente nos convencemos que não temos poder sobre nada, não temos mais direito nem ao nosso corpo, aceitamos agressões, veladas ou abertas, físicas ou psicológicas, resignados. Abrimos mão dos nossos direitos.

O coro dirá “são pensamentos de jovem, que acaba de sair da universidade, com o tempo terá que deixá-los e se encaixar na vida real”. Será a vida real resignação? E aqueles que optaram pelo NÃO? NÃO se resignar, NÃO aceitar, NÃO esquecer, NÃO ser mais um impotente?

Logo o coro novamente dirá “Utópico”, e eu gritarei fora do tom, se sua opção é ser espectador não tente matar a gana do jovem, de idade e de espírito, de quem ainda crê, e acha que se o mundo não nasceu assim ele pode ser mudado. A história não acabou, não seria a primeira nem a ultima vez que uma quebra de paradigmas aconteceria.

Rotulem como quiserem, prefiro ser a voz destoante. Sugiro que tente também, antes que seu silêncio custe um preço alto de mais para ser pago.
“A covardia coloca a questão: 'É seguro?
'O comodismo coloca a questão: 'É popular?
'A etiqueta coloca a questão: 'é elegante?
'Mas a consciência coloca a questão, 'É correto?
'E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta”. Martin Luther King

terça-feira, 15 de julho de 2008

O poder da pólvora




No último dia da viagem à praia, Thomas deu aos amigos seus passes de ônibus, disse que já não precisaria deles, como se soubesse que naquele mesmo dia seria brutalmente assassinado.
Um policial militar, que não estava em serviço, vestia bermuda e chinelo, acompanhado de um amigo e duas mulheres e que portava arma da corporação, a mesma com que disparou os tiros que atingiram a nuca de Thomas, acabou com a vida do jovem de 20 anos.
Os amigos guardam até hoje, 4 anos depois, as lembranças da tragédia e os passes de ônibus de Thomas.

Essa história nunca saiu da minha cabeça, pois estou fortemente ligada a ela. Thomas era meu amigo de faculdade, e o garoto que estava no banco do passageiro, ao lado de Thomas nos seus últimos segundos é meu namorado. No entanto, nas últimas semanas, lembro com mais freqüência deste fato e não é pelo caráter afetivo a que me remete.

No dia 6 de julho, João Roberto Amorim Soares, um garoto de 3 anos morreu no Rio de Janeiro, vítima de balas disparadas por policiais militares, 30 no total, das quais 16 atingiram o carro que sua mãe dirigia. O irmão, de 9 meses se salvou por pouco.

Os policiais que perseguiam o carro de bandidos, alegaram que em meio à troca de tiros, atingiram acidentalmente o carro com as crianças. No entanto, os laudos da polícia já detectaram que não houve troca de tiros, e imagens de câmeras de segurança de um prédio em frente ao local mostraram que a mulher estacionou seu carro ao notar a perseguição, ainda assim os policiais desceram de seus carros e alvejaram o veículo.

Ao ver as imagens deste filme em preto e branco, considero, em primeiro lugar quão despreparada é a nossa polícia. Parte desta culpa é do estado, que trata com descaso uma das funções mais importantes do país, a da polícia. A entidade está hoje sucateada, os salários da grande maioria é defasado e insuficiente, em geral, não há o devido treinamento, as condições de trabalho são insalubres, o que os leva, inúmeras vezes ao envolvimento com todo o tipo de corrupção. Fora das telonas, as tropas do Brasil não são de elite. Em conseqüência, a condição mental destes homens que andam com armas empunhadas é preocupante. Em meio a uma realidade onde os maniqueísmos de mocinho e bandido já não cabem mais, estes homens são convencidos de que detêm o poder de deliberar sobre a vida e a morte de alguém.

Tento pensar com frieza no caso do Rio de Janeiro. Mesmo que aquele carro, parado, com uma família dentro, fosse de fato o que estava sendo perseguido pela polícia, que motivos teriam os policiais para metralharem o veículo, buscando exterminar seus passageiros, sendo que nenhum tiro saiu de seu interior e que nenhuma agressão foi feita aos policiais?

Temos a tendência de desumanizar os “fora da lei”, mas devemos nos lembrar que vivemos em um país onde a pena de morte não é aceita. Que direito teriam aqueles policiais de tirar a vida de pessoas, fossem elas aquele garoto, ou os homens perseguidos?

Não defendo aqui que a polícia deva ser frouxa com aqueles que infringem as leis. Defendo sim que as leis de fato valham, por todos e para todos.

Os filtros das notícias nos impedem de saber quantas outras pessoas foram mortas, direta ou indiretamente por aqueles que deveriam nos proteger. Alguns casos vêm à tona, outros milhares ficam enterrados, nas vielas escuras de favelas, periferias, pequenas cidades, e outras terras de ninguém.

O poder da pólvora está subindo à cabeça destes homens, não apenas dos réus do caso do Rio de Janeiro ou do condenado pelo caso de Thomas, mas de outros milhares.
Os pais pedem que o caso não seja esquecido, alguns outros gostariam apenas que seu caso fosse ouvido e quem sabe um dia resolvido. Até quando permitiremos que este tipo de filme seja sucesso de bilheteria no Brasil? Um dia o protagonista pode ser você!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

A máquina do desemprego




Já em 1847, Marx tentou nos alertar “A burguesia só pode existir com a condição de revolucionar incessantemente os instrumentos de produção, por conseguinte, as relações de produção e como isso, todas as relações sociais...Essa revolução continua da produção, esse abalo constante de todo o sistema social, essa agitação permanente e essa falta de segurança distinguem a época burguesa de todas as precedentes. Dissolvem-se todas as relações sociais antigas e cristalizadas, ... as relações que as substituem tornam-se antiquadas antes de se ossificar”.
Ao longo das bruscas mudanças sofridas pelo mercado de trabalho brasileiro, o trabalhador, cal misturado à água, é obrigado a constantes mutações, pois se permanecer inerte endurece, pesa e se transforma em pedra no caminho.
Aprendemos cedo a competir, com nossas limitações, com o outro e contra todos. No entanto, ultimamente a competição tem se tornado injusta, temos que competir com máquinas. Não são máquinas saídas das telas de “O exterminador do futuro” ou do mais recente “Transformers”, são máquinas que ocupam em larga escala os postos de trabalho que antes demandavam de mãos, braços e cérebros. Os únicos cérebros que o mercado ainda demanda são os daqueles que criam as máquinas, controlam seus movimentos ou coordenam alguma coisa, ou coisa alguma.
Ao trabalhador cabe a impossível missão de se atualizar e se especializar em temas perecíveis, barganhar por um espaço restante no mercado de trabalho e aumentar sua produtividade.
Em último caso, resta o mais crescente mercado, o informal.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

LER – Lesão por emburrecimento repetitivo


Nunca fui daquelas jornalistas inconvenientes que convencida de sua falsa superioridade intelectual corrige as falhas gramáticas alheias. Tenho, pelo contrário, a humildade de mensurar e admitir minha ignorância, como a de tantos, em relação ao nosso tão complexo idioma.

Assim como na inteligência, medida pelo QI, os mais evoluídos utilizam apenas 10% de sua capacidade intelectual, na gramática, aqueles que mais sabem devem ter conhecimento de algo próximo a 10% do universo gramatical.

Explica, mas não justifica.

Me sinto no dever de denunciar os assassinatos que ocorrem diariamente.
Junto a tantos outros crimes, no caderno policial dos periódicos devemos incluir o homicídio culposo (sem intenção de matar) da língua portuguesa.

Ultimamente tem chamado minha atenção o uso recorrente de duas formas cruéis de homicidio ao nosso idioma e ao meu aparelho auditivo que sente dores quando se depara com algo assim.
Ouço com freqüência, da boca de funcionários “de alto escalão” os termos “para mim fazer” e “estarei enviando, estarei verificando, estaremos retornando”...ando...ando...ando.

No primeiro caso sempre que escuto o termo, penso em sugerir ao interlocutor o uso de tangas e penas de índio, talvez todos os que falam assim devam ser encaminhados a tribos onde mim realiza alguma ação.

E a praga do telemarketing se espalhou, conseguiram estragar o gerúndio. São comuns nos escritórios diálogos como:

triiiim, triiimmmmm....

- funcionário de alto escalão boa tarde
sim, eu estarei avaliando esse pedido, logo após estarei comunicando os funcionários e estarei encaminhando um e-mail com a solicitação. Assim que obtiver uma resposta estarei te retornando

E alguns, ainda mais violentos dizem:

- Se você puder estar me enviando este e-mail para mim fazer uma leitura mais detalhada eu estarei respondendo em breve.

Já que os termos se tornaram tão comuns, batizemos de “indioma” e “duplo gerúndio carpado”

Concluo que devemos seriamente rever a formação de nossos “funcionários de alto escalão” e fazer uma busca de antecedentes criminais antes da contratação, caso contrário, os funcionários de baixo escalão, como nós, reles mortais, sofrerão de uma crescente epidemia de LER, lesão por emburrecimento repetitivo.




PS: Se você reconheceu algum personagem desta história, qualquer semelhança não é mera coincidência. Se você se reconheceu nesta história, indico que procure um professor particular de gramática.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Geração Havaianas


Foi-se o tempo em que os chinelos havaianas, ainda na versão azul e branco eram sinônimo de falta de dinheiro, bom gosto ou status. Após a reestruturação de imagem da marca, os chinelos da Alpargatas, chegaram aos pés da classe média, e até quem diria, da atriz Jannifer Aniston. Mas não é só de pés internacionais que vivem as havaianas. Venho observando em algumas festas de que participei, como casamentos e bailes de formaturas que dentro da bolsa da grande maioria das mulheres junto com maquiagem, pente, entre outros itens femininos, estão as havaianas, e quando a música começa os sapatos elegantes são substituídos instantaneamente pelos chinelos.
Não pense que se envergonham ou se constrangem com a estranha combinação chinelo e vestido de festa, a moda conforto pegou, e aquelas que se equilibram durante toda a noite sobre o salto, agora são olhadas como pessoas estranhas, masoquistas que não se renderam à moda do menos é mais.
Seria essa uma reação jovem aos excessos da pós-modernidade? Estariam eles cansados de tanta parafernalha, tantos objetos que em sua maioria só geram desconforto, individualismo, solidão e angústia?
Chegamos ao século XX com todas as certezas abaladas, durante anos quisemos mais. Mais tecnologia, mais rapidez, mais eficiência, mais variedade, mais dinheiro, mais sapatos, mais roupas, mais acessórios. Será que nos estufamos de tudo isso e agora queremos menos?
O novo comercial da tão usada havaianas prega isso.....diz como em poesia que queremos menos...
Eu quero menos
Menos preocupação.
Menos formalidade.
Menos nuvens no céu.
Menos roupa.
Menos encanação.
Menos se levar a sério demais.
Menos escritório.
Menos cara feia.
Menos despertador do lado da cama.
Menos falta de tempo.
Menos resolver tudo por e-mail.
Menos chapinha.
Menos distância.
Menos complicação.
Ah, eu quero menos pra mim...e quer saber? Eu desejo o mesmo pra você